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Por: Rede OP

A busca por qualidade de vida tem se intensificado entre os profissionais de diferentes áreas de atuação. Parece que as pessoas enfim estão reavaliando o que realmente consideram importante na vida e desenvolvendo critérios pessoais mais claros para a escolha de profissões e cargos.
Uma pesquisa inédita da companhia de seleção e recrutamento Robert Walters ouviu 9.173 profissionais de cargos de média e alta gerência em dez países. Além dos brasileiros, foram ouvidos profissionais da Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Holanda, Irlanda, Luxemburgo, Suíça e Estados Unidos. Quase metade integra a chamada geração X, que compreende pessoas com idades entre 34 e 45 anos de idade. Um em cada seis trabalha em uma organização

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de grande porte, com mais de 250 funcionários.
Identificou-se que o salário não é o único critério na busca de satisfação no trabalho. Esse é um quesito que aparece em quarto lugar entre outros.
“À frente dos altos salários, aparecem como principais motivadores: ter e superar desafios, manter equilíbrio entre carreira e vida privada e alcançar postos de responsabilidade e destaque” (VEJA).

Resultados:

Apenas 16% dos participantes apontaram salário e benefícios como razão de motivação no trabalho. Ser defrontado com desafios, como metas de desempenho, aparece em primeiro lugar (29%), seguido por atingir equilíbrio entre carreira e vida privada (25%) e ganhar postos de destaque e responsabilidade (23%) — o que pode se traduzir em ganho financeiro.
Os entrevistados falaram sobre a pressão que acompanha altos salários e podem comprometer a qualidade de vida das pessoas, alguns dos entrevistados brasileiros chegam a afirmar que optaram por menores salários em lugares mais distantes a fim de evitar o estresse e a perda de tempo no trânsito paulistano, por exemplo.
No caso do Brasil, harmonia entre trabalho e descanso é razão de mais satisfação. Esse foi considerado o maior motivador profissional por 36,6% dos 773 entrevistados que trabalham no país. O percentual é mais do que o dobro do relativo aos profissionais que elegeram a remuneração como motor de satisfação. Metade dos ouvidos afirmou que deixaria a empresa assim que percebesse que ela não oferece boas perspectivas. A cifra é simular nos demais países.
Segundo alguns dos entrevistados, o dinheiro é um motivador que funciona apenas no curto prazo. Parece que o salário não supera a necessidade de se sentir útil e de perceber que seu esforço produz impactos, tanto nos resultados da organização, quanto na vida privada.
“Uma pesquisa da Michael Page ilustra a situação: quase 40% dos 7.500 entrevistados já haviam aceito um corte nos vencimentos em troca de uma mudança de área para atuar em projetos mais estimulantes”. (VEJA)
Outra pesquisa, realizada pela companhia de seleção DMRH, ouviu mais de 4.000 executivos e constatou que um em cada cinco entrevistados considera que a empresa ideal é aquela que possui valores e crenças similares aos seus. O que aponta para a busca de identificação das pessoas com a empresa em que trabalha o que é também um indicador de que dinheiro não é tudo.
“Esses profissionais passam boa parte do tempo no trabalho. Então, precisam sentir que a atividade que exercem tem algum sentido” (Sandra Finardi, diretora da DMRH).
Será que estamos entrando numa nova era, na qual serão revistos comportamentos de consumo e renovados valores ligados à família e à saúde física e emocional? Se isso significar equilíbrio, acredito que seja um caminho de esperança para o futuro da humanidade.

Fonte: Veja.com.br
2018-04-17T13:07:58+00:00